Marajó, Brasil

O satélite Copernicus Sentinel-2A leva-nos a uma parte da ilha de Marajó, no norte do Brasil, no estado do Pará.

Os sedimentos descarregados pela foz do rio Amazonas ali próximo (não representado), são visíveis nas águas do Oceano Atlântico ao norte da ilha.


A área de terra retratada é dominada por uma paisagem de savana, com manguezais e pântanos de palmeiras ao longo da costa. A área é conhecida pelas suas grandes plantações – denominadas fazendas – com pecuária. Embora não sejam nativos da ilha, os búfalos de água domesticados superam a população humana de Marajó.

As nuvens “pipoca” são visíveis na parte superior da imagem, formadas por convecção e vapor de água condensado, libertado por plantas e árvores durante o dia ensolarado. No lado esquerdo da imagem, podemos ver o Lago Arari, cujo tamanho flutua muito entre as estações chuvosas e secas.

O Sentinel-2 fotografa a Terra em 13 canais espectrais. Os cientistas podem seleccionar quais combinações de comprimento de onda processar, sobre uma determinada área, para ajudar a entender melhor os alvos no chão.

A combinação de canais utilizada para criar esta imagem, que foi adquirida a 20 de Julho de 2017, é particularmente útil para identificar diferentes tipos de vegetação e ajuda-nos a distingui-la muito claramente dos corpos de água do interior: a água aparece a azul escuro, enquanto a vegetação aparece numa variedade de cores claras.

Esta imagem está destacada no programa de vídeo Earth from Space.                   

Notícia e imagem: ESA

Texto corrigido para Língua Portuguesa pré-AO90  

 

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